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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Museu do Amanhã conquista certificação de construção sustentável.

O Museu do Amanhã se tornou o primeiro museu do Brasil a conquistar o selo Ouro na certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português), no segundo mais alto nível de classificação. São quatro: certificado, prata, ouro e platina.

Emitido em mais de 130 países de todo o mundo, o selo LEED é considerado a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo Conselho de Construção Sustentável do Brasil, criado no país em 2007.

Para conquistar o selo Ouro, o projeto foi avaliado desde sua concepção, em sete categorias:


  1. Uso racional da água;
  2. Espaços sustentáveis; 
  3. Qualidade dos ambientes internos da edificação;
  4. Inovação e tecnologia;
  5. Atendimento a necessidades locais;
  6. Redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos; 
  7. Eficiência energética. 



Arquitetura sustentável

Uma das âncoras da revitalização da região portuária, o Museu do Amanhã é marcado pela arquitetura sustentável, que dialoga com o seu conteúdo. Assinado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o projeto é voltado para o melhor aproveitamento de recursos naturais da região.

Entre seus diferenciais, destacam-se a tecnologia empregada na captação da energia solar e o uso das águas da Baía de Guanabara no sistema de ar condicionado. A estimativa é que, por ano, sejam economizados 9,6 milhões de litros de água e 2.400 mega watt/hora (MWh) de energia elétrica, o que seria suficiente para abastecer quase 600 residências.

A água da Baía é captada pelo museu com duas finalidades: abastecer os espelhos d’água e alimentar o sistema de refrigeração, onde é utilizada na troca de calor.

O uso racional da água também se dá no tratamento e na reutilização das águas de pias, lavatórios, chuveiros e chuvas, além do volume proveniente da desumidificação do ar (o “pinga-pinga” do ar condicionado) – que, sozinho, pode render até 4 mil litros de água ao dia.

Energia solar

Parte da energia utilizada no edifício é gerada pela captação de energia solar: as grandes estruturas de aço instaladas em sua cobertura móvel servem de base para placas fotovoltaicas e, ao longo do dia, se movimentam como asas para acompanhar o posicionamento do sol. O projeto também prioriza a entrada de luz natural. Já o paisagismo, assinado pelo escritório Burle Marx, traz espécies nativas, que necessitam de pouca rega, ressaltando a vegetação típica da região costeira da cidade – são mais de 5.500 metros quadrados de área de jardins.

Reciclagem e reaproveitamento de materiais

A partir da preocupação do Museu com a redução e a correta destinação de resíduos para reciclagem, sobras das estacas das fundações, por exemplo, foram utilizadas na construção dos barracões utilizados durante a obra. Foram poupadas toneladas de aço com essa ação. A seleção de materiais também foi realizada a partir de critérios ambientais, dando preferência a materiais com componentes reciclados, baixa toxidade, alta durabilidade e produzidos próximos ao local da obra, além da utilização de madeira certificada FSC.

sábado, 14 de março de 2015

Brasil conquista certificação sustentável nível máximo.

Edificação anexa ao prédio da sede da Bayer, na cidade de São Paulo, conseguiu o inédito selo LEED-NC Platinum, do U.S Green Building Council.
Considerada de nível máximo, a certificação LEED-NC Platinum, do U.S Green Building Council, que reconhece as melhores estratégias e práticas sustentáveis, foi concedida pela primeira vez a uma edificação brasileira.
O prédio EcoCommercial Building é corporativo e atende a empresa Bayer, na cidade de São Paulo. Multifuncional, a construção cumpriu exigentes quesitos de eficiência energética, utilizando modernos sistemas de automação de luz e de ar-condicionado, além de ser totalmente integrado com o paisagismo que o cerca.
Assinado pelo escritório de arquitetura Loeb Capote, o prédio conta com mais de 20 tecnologias relacionadas a materiais e sistemas construtivos.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Estádio do Mineirão alcança nível máximo na certificação LEED.

SUSTENTABILIDADE
     O Mineirão é o primeiro e único estádio do Brasil a conquistar a categoria máxima na certificação  Leadership in Energy and Environmental Design (LEED). O Gigante da Pampulha recebeu o Selo Platinum do U. S. Green Building Council (USGBC), órgão responsável pela certificação que é utilizada em 143 países para incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações.
MEIO AMBIENTE
  • Terra retirada para rebaixamento do campo foi usada na obra de aterro do Boulevard Arrudas, no centro de Belo Horizonte, e para a cobertura de cavas de mineradoras.
  • Reaproveitamento de todos os entulhos provenientes da obra. O concreto da demolição, por exemplo, foi reutilizado na pavimentação de ruas e na construção; o metal retirado da obra foi usado
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